DG acabou de lançar seu novo álbum e todas as músicas estão disponíveis nas maiores plataformas de streaming do planeta. O streaming veio pra ficar e está mudando a forma como a indústria da música funciona.
By “Tenho Mais Discos Que Amigos”
“O novo método de ouvir música está mais popular do que nunca e, segundo um relatório da Music Business Worldwide, atingiu uma marca histórica. Como informou a Consequence of Sound, as grandes gravadoras — os grupos Sony, Universal e Warner - estão gerando US$1 milhão por hora com streaming. De acordo com a mesma pesquisa, o método foi responsável por 80% do lucro da indústria da música no ano passado. (...)
Em relação ao crescimento do faturamento de streaming nas
grandes gravadoras, a alta também ocorreu nos últimos anos. O maior salto, com
folga, foi do grupo Universal: de US$1,42 bilhões em 2016 para US$3,32 bilhões
em 2019. (...)
Grande parte
desse aumento se deve ao maior número de assinantes premium dos serviços. No
ano passado, houve crescimento de 25% neste quesito — que resultou em mais de
U$1,2 bilhões em faturamento.
Para os
artistas, no entanto, as contas ainda são bem diferentes. A cada stream,
plataformas pagam algo em torno de US$0,00348 (Spotify) e US$0,00675 (Apple
Music) e os repasses são porcentagens disso.
Acordos firmados com gravadoras há algum tempo, geralmente, incluíam participações de cerca de 20-25% para as bandas neste faturamento. Os mais recentes já melhoram a situação dos músicos, variando entre 60-80% nas práticas padrão da indústria. (...)
Muitos artistas independentes voltam a assinar com gravadoras, porque estas estão se adaptando e mostrando que ainda são importantes para os artistas, criando oportunidades para que suas músicas cheguem mais longe através de ações de mídia patrocinadas, assessoria de imprensa e mais.”
Hoje, números mostram quedas incontestes nas vendas de suportes físicos, mas ter um CD na mão ainda é um fetiche que inúmeros fãs não abrem mão de possuir.
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