“Quero andar pelas ruas de São Paulo, ver e sentir as pessoas. Se eu conseguir tempo para fazer isso estarei feliz. Me faz sentir que aproveitei a cidade um pouco“. (DG)
Eis, que de repente a imprevisibilidade da vida realiza esse desejo. Em uma escala de turnê tão lotada quando a de DG, o cancelamento de um concerto em São José/Costa Rica abre uma janela de alguns dias em uma agenda lotada. A oportunidade perfeita de conhecer um pouquinho de São Paulo, antes de seguir viagem.
E, se há um lugar onde o coração da cidade bate, é na Avenida Paulista. Centro financeiro e de negócios, também abriga museus, shoppings, bares e muita história. Ali está o Museu de Arte de São Paulo, no coração da avenida e chama atenção pelo seu estilo arquitetônico. Seus alicerces em concreto formam o maior vão livre da América Latina. A Paulista é outro lugar que abriga diversas passagens e galerias, como o Conjunto Nacional, a galeria do Cine Gemini, a galeria da Martins Fontes, entre outras e a Fnac. Já a Casa das Rosas é um espaço cultural e tem a primeira biblioteca do país especializada em poesia.
Seguindo em direção ao centro antigo da cidade, vale descer para o Bixiga, um dos mais tradicionais bairros de São Paulo, formado por imigrantes italianos, tem a maior concentração de cantinas e pizzarias por metro quadrado. Uau... imagine DG tocando a Tarantela por ali!!!
O Parque Ibirapuera com mais de 1,5 km² de extensão, tem lagos, ciclovia, quadras, pistas destinadas a corridas, passeios e descanso, tudo isso integrado a uma ampla área cultural, ótimo para quem gosta de correr como DG.
Uma caminhada pela Oscar Freire não pode faltar, a rua do comércio de luxo da capital paulista com lojas de grifes nacionais e internacionais, calçadas têm parklets – espaços muito agradáveis, com bancos, bicicletários, bebedouros, wi-fi e carregadores de celular, além de nobres, restaurantes, sorveterias e docerias que convidam para sentar e conversar enquanto se experimenta a variedade dos sabores e produtos encontrada na região.
No centro antigo de São Paulo, estão o o Pátio do Colégio; a Catedral da Sé; e o Viaduto do Chá, onde ficam os arranha-céus mais antigos da cidade, além da Estação da Luz, construída pelos ingleses, no século 19; o Centro Cultural Júlio Prestes, que abriga a Sala São Paulo; e o Mercado Municipal de São Paulo, carinhosamente chamado de Mercadão, também conhecido por seus deliciosos pães com mortadela e pastéis de bacalhau.
No final do dia, a Praça do Pôr do Sol é o lugar ideal para ver o sol se pondo entre os arranha-céus da capital paulista. A praça leva esse nome por sua posição privilegiada, no alto do bairro de Pinheiros.
A noite na Vila Madalena é agitada. Conhecida por ser um reduto boêmio, a Vila tem um bar encostado ao outro, para todos os gostos e bolsos. Ateliês, centros de exposições artísticas, lojas de vanguarda, escolas de música e de teatro fazem a cara do lugar para quem quer curtir a noite.
Um jantar no Terraço Itália de onde se pode ver São Paulo em 360º a 41 andares do chão é obrigatório. As cadeiras e as mesas parecem flutuar sobre a cidade que se mostra pelas paredes de vidro.
E, para quem gosta de imagens, a marca alemã Leica fez história, fazendo com que suas câmeras fotográficas se tornassem item de colecionador e objeto de desejo. Poucos sabem que existe uma Leica Gallery em São Paulo em um belíssimo edifício de 1930, onde morou o artista Di Cavalcanti, que se mantém tradicional por fora, mas super moderno por dentro.
São Paulo é assim cheia de atrações para quem tem um pouco de tempo e deseja descobrir seus segredinhos e DG, desta vez, teve essa oportunidade!
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