A Cidade do México não escuta — ela vibra. Na quinta carta da turnê, o violinista encontra um público que não apenas ouve, mas pulsa junto com a música. O Auditorio Nacional se transforma em tambor coletivo, onde cada nota é celebrada como festa íntima.
✉️ 𝘾𝙖𝙧𝙩𝙖 𝙑 — 𝘾𝙞𝙙𝙖𝙙𝙚 𝙙𝙤 𝙈𝙚́𝙭𝙞𝙘𝙤, 23 𝙙𝙚 𝙣𝙤𝙫𝙚𝙢𝙗𝙧𝙤 𝙙𝙚 2025
𝘼𝙪𝙙𝙞𝙩𝙤𝙧𝙞𝙤 𝙉𝙖𝙘𝙞𝙤𝙣𝙖𝙡, 𝙙𝙚𝙥𝙤𝙞𝙨 𝙙𝙤 𝙘𝙤𝙣𝙘𝙚𝙧𝙩𝙤
"𝘈 𝘊𝘪𝘥𝘢𝘥𝘦 𝘥𝘰 𝘔𝘦́𝘹𝘪𝘤𝘰 𝘯𝘢̃𝘰 𝘦𝘴𝘤𝘶𝘵𝘢 𝘤𝘰𝘮 𝘰𝘴 𝘰𝘶𝘷𝘪𝘥𝘰𝘴 — 𝘦𝘴𝘤𝘶𝘵𝘢 𝘤𝘰𝘮 𝘰 𝘤𝘰𝘳𝘱𝘰 𝘪𝘯𝘵𝘦𝘪𝘳𝘰.
𝘖 𝘱𝘶́𝘣𝘭𝘪𝘤𝘰 𝘦𝘳𝘢 𝘶𝘮 𝘮𝘢𝘳 𝘦𝘮 𝘮𝘰𝘷𝘪𝘮𝘦𝘯𝘵𝘰. 𝘊𝘢𝘥𝘢 𝘯𝘰𝘵𝘢 𝘱𝘢𝘳𝘦𝘤𝘪𝘢 𝘱𝘳𝘰𝘷𝘰𝘤𝘢𝘳 𝘶𝘮𝘢 𝘰𝘯𝘥𝘢. 𝘌 𝘦𝘶, 𝘯𝘰 𝘤𝘦𝘯𝘵𝘳𝘰, 𝘧𝘶𝘪 𝘭𝘦𝘷𝘢𝘥𝘰 𝘱𝘰𝘳 𝘦𝘴𝘴𝘢 𝘤𝘰𝘳𝘳𝘦𝘯𝘵𝘦.
𝘛𝘰𝘤𝘢𝘳 𝘢𝘲𝘶𝘪 𝘧𝘰𝘪 𝘤𝘰𝘮𝘰 𝘥𝘢𝘯𝘤̧𝘢𝘳 𝘤𝘰𝘮 𝘮𝘪𝘭𝘩𝘢𝘳𝘦𝘴 𝘥𝘦 𝘱𝘦𝘴𝘴𝘰𝘢𝘴 𝘢𝘰 𝘮𝘦𝘴𝘮𝘰 𝘵𝘦𝘮𝘱𝘰. 𝘕𝘢̃𝘰 𝘩𝘢𝘷𝘪𝘢 𝘥𝘪𝘴𝘵𝘢̂𝘯𝘤𝘪𝘢 𝘦𝘯𝘵𝘳𝘦 𝘱𝘢𝘭𝘤𝘰 𝘦 𝘱𝘭𝘢𝘵𝘦𝘪𝘢 — 𝘩𝘢𝘷𝘪𝘢 𝘱𝘰𝘯𝘵𝘦.
𝘖 𝘈𝘶𝘥𝘪𝘵𝘰𝘳𝘪𝘰 𝘕𝘢𝘤𝘪𝘰𝘯𝘢𝘭 𝘦́ 𝘪𝘮𝘦𝘯𝘴𝘰, 𝘮𝘢𝘴 𝘰𝘯𝘵𝘦𝘮 𝘱𝘢𝘳𝘦𝘤𝘪𝘢 𝘶𝘮𝘢 𝘴𝘢𝘭𝘢 𝘥𝘦 𝘦𝘴𝘵𝘢𝘳. 𝘜𝘮𝘢 𝘴𝘢𝘭𝘢 𝘤𝘩𝘦𝘪𝘢 𝘥𝘦 𝘢𝘮𝘪𝘨𝘰𝘴 𝘲𝘶𝘦 𝘤𝘦𝘭𝘦𝘣𝘳𝘢𝘷𝘢𝘮 𝘢 𝘮𝘶́𝘴𝘪𝘤𝘢 𝘤𝘰𝘮𝘰 𝘲𝘶𝘦𝘮 𝘤𝘦𝘭𝘦𝘣𝘳𝘢 𝘢 𝘷𝘪𝘥𝘢.
𝘌𝘶 𝘨𝘰𝘴𝘵𝘰 𝘥𝘦 𝘱𝘶́𝘣𝘭𝘪𝘤𝘰𝘴 𝘲𝘶𝘦 𝘯𝘢̃𝘰 𝘵𝘦̂𝘮 𝘮𝘦𝘥𝘰 𝘥𝘦 𝘴𝘦𝘯𝘵𝘪𝘳. 𝘈 𝘊𝘪𝘥𝘢𝘥𝘦 𝘥𝘰 𝘔𝘦́𝘹𝘪𝘤𝘰 𝘴𝘦𝘯𝘵𝘪𝘶. 𝘌 𝘦𝘶 𝘴𝘦𝘯𝘵𝘪 𝘤𝘰𝘮 𝘦𝘭𝘢."
𝙊 𝙑𝙞𝙤𝙡𝙞𝙣𝙞𝙨𝙩𝙖
📎 𝗣.𝗦. Esta carta é uma criação literária. Não foi escrita por David Garrett. É um exercício de imaginação poética inspirado na experiência de estar em turnê — uma homenagem à escuta, à estrada e à música de DG que atravessa fronteiras.
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