O que se passa na alma de um violinista como 𝗗𝗮𝘃𝗶𝗱 𝗚𝗮𝗿𝗿𝗲𝘁𝘁 ao caminhar para o palco pela última vez nesta fase?
É um momento de 𝗶𝗻𝘁𝗲𝗻𝘀𝗮 𝗱𝘂𝗮𝗹𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲 𝗲𝗺𝗼𝗰𝗶𝗼𝗻𝗮𝗹.
Por um lado, há uma sensação inevitável de 𝗺𝗲𝗹𝗮𝗻𝗰𝗼𝗹𝗶𝗮 🥺. É a despedida dos rituais familiares, dos palcos que se tornaram um lar temporário e da adrenalina constante do espetáculo. É o cansaço acumulado de 42 shows que, de repente, se transforma num silêncio profundo.
Por outro lado, irrompe uma 𝗲𝘂𝗳𝗼𝗿𝗶𝗮 𝗽𝘂𝗿𝗮 pela conquista. A sensação de ter entregado seu talento e sua paixão a milhares de corações em diferentes culturas – Europa, Américas e Ásia. Cada nota tocada em Taipé carrega o peso e a glória de todos os concertos anteriores. É a celebração do dever cumprido e da música que transcendeu barreiras.
Neste último espetáculo, a plateia de Taipé será testemunha e catalisadora dessa emoção. David sentirá a 𝗲𝗻𝗲𝗿𝗴𝗶𝗮 𝗮𝗺𝗽𝗹𝗶𝗳𝗶𝗰𝗮𝗱𝗮 do público, sabendo que este será o último coro de aplausos a encerrar o capítulo. Essa conexão final é um presente, um 𝗮𝗯𝗿𝗮𝗰̧𝗼 𝗰𝗼𝗹𝗲𝘁𝗶𝘃𝗼 que compensa todo o desgaste dos hotéis e fusos horários 💖.
Ao tocar a última peça e o violino silenciar, haverá o peso da despedida, mas também a leveza da certeza: a Millennium Symphony retorna em breve. O ciclo termina apenas para que a próxima nota possa ser escrita.
Que este último acorde seja tão inesquecível para David quanto a turnê foi para nós!
P.S. O texto trata apenas da imagem de David Garrett para a autora.
#davidgarrett #ultimoespetáculodaturne #millenniumsymphony #entrenotas #melancolia #euforia

Nenhum comentário:
Postar um comentário