David Garrett é um mestre nisso: Ele compreende que a música é uma montanha-russa emocional, e cada peça serve a um propósito estratégico:
𝟭. 𝗢 "𝗕𝗼𝗼𝗺" 𝗜𝗻𝗶𝗰𝗶𝗮𝗹 (𝗔𝗯𝗲𝗿𝘁𝘂𝗿𝗮): Geralmente, começa com uma faixa de rock ou pop de alta energia, como “Seven Nation Army” ou “Moves Like Jagger” (exemplos de setlists recentes). O objetivo é explodir no palco, quebrar o gelo instantaneamente e sinalizar: “Isto não é um concerto clássico tradicional.”
𝟮. 𝗢 𝗣𝗼𝗻𝘁𝗼 𝗱𝗲 𝗖𝗼𝗻𝗲𝘅𝗮̃𝗼 (𝗠𝗲𝗶𝗼 𝗱𝗼 𝗦𝗵𝗼𝘄): Depois da euforia, ele nos convida a uma seção mais introspectiva. É o momento de respirar, onde ele pode incluir uma peça clássica tocante (como “Csárdás” ou uma sonata) ou baladas pop como “The Joker and the Queen”. Essa variação demonstra a sua 𝘃𝗲𝗿𝘀𝗮𝘁𝗶𝗹𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲 e a 𝗽𝗿𝗼𝗳𝘂𝗻𝗱𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲 da sua arte, criando uma conexão pessoal e de respeito com o público.
𝟯. 𝗔 𝗔𝘀𝗰𝗲𝗻𝘀𝗮̃𝗼 𝗙𝗶𝗻𝗮𝗹 (𝗖𝗹𝗶́𝗺𝗮𝘅): A energia começa a subir novamente, preparando para o final apoteótico. Aqui, entram as grandes produções e os medleys épicos, com hinos como “Kashmir” ou “Smells Like Teen Spirit”. O ritmo acelera, a iluminação se intensifica, e a plateia está totalmente entregue.
𝟰. 𝗢 𝗣𝗿𝗲𝘀𝗲𝗻𝘁𝗲 (𝗘𝗻𝗰𝗼𝗿𝗲𝘀/𝗕𝗶𝘀): O encore não é uma surpresa. É a cereja no topo do bolo, um presente planeado para deixar a audiência em êxtase. É o momento de revisitar clássicos crossover como “Smooth Criminal” ou o vibrante “Viva La Vida” – faixas que selam a experiência com a marca registada de David: 𝗮𝗹𝗲𝗴𝗿𝗶𝗮 𝗲 𝘃𝗶𝗿𝘁𝘂𝗼𝘀𝗶𝘀𝗺𝗼.
É assim que o nosso Maestro do Violino transforma um concerto em uma 𝗲𝘅𝗽𝗲𝗿𝗶𝗲̂𝗻𝗰𝗶𝗮 𝗶𝗻𝗲𝘀𝗾𝘂𝗲𝗰𝗶́𝘃𝗲𝗹. Ele não toca canções; ele tece uma narrativa musical que nos leva de picos de adrenalina a momentos de pura contemplação.
Qual é a sua música favorita na “montanha-russa” de emoções de Millennium Symphony?👇
Veja esse making off: https://www.youtube.com/watch?v=3CDWuBSQW3Y&t=3s

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