Desde cedo, 𝗢 𝗩𝗶𝗼𝗹𝗶𝗻𝗶𝘀𝘁𝗮 descobriu que o talento, por si só, não bastava. O arco e as cordas exigiam mais do que paixão: pediam disciplina. Horas intermináveis de estudo moldaram não apenas sua técnica, mas também sua alma. Cada repetição era um tijolo invisível na construção de sua arte, e cada erro, uma lição gravada no silêncio do quarto.
A disciplina não era uma prisão, mas uma ponte. Ela o conduzia ao domínio do instrumento, permitindo que sua música fluísse com liberdade. O Violinista compreendia que só quem se entrega ao rigor pode alcançar a leveza. E assim, entre escalas e exercícios, descobria que a perfeição não está no fim da jornada, mas no caminho percorrido.
Nos dias de cansaço, quando o arco parecia pesar mais do que o próprio corpo, ele lembrava que a música é feita de persistência. O Violinista sabia que cada nota só se tornava verdadeira quando sustentada pelo esforço invisível. Era nesse momento que a disciplina se revelava não como obrigação, mas como companheira fiel.
No palco, o público via apenas o brilho do virtuosismo, sem imaginar as madrugadas de treino. Mas O Violinista não se importava: sua recompensa estava na certeza de que cada aplauso carregava o eco de sua dedicação. A disciplina era o alicerce que sustentava o espetáculo.
E ao encerrar mais uma noite de ensaio, dizia a si mesmo: 𝗘𝘀 𝗧𝘂 𝗡𝗼𝘁𝗮. Porque sabia que sua essência não estava apenas na inspiração, mas na disciplina que transformava sonhos em música!
📎 P.S.: Esta consideração é um exercício de imaginação literária. Não é real, nem foi escrita por David Garrett. É uma homenagem poética à sua trajetória, inspirada por sua experiência, mas criada como ficção.
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