O silêncio da manhã envolvia o parque como um véu branco, era tão profundo que parecia música! A neve, ainda fresca, rangia sob as botinas pretas do Violinista que caminhava com propósito, mas sem pressa. Seu sobretudo branco contrastava com os troncos escuros das árvores e o cachecol negro esvoaçava atrás dele como uma sombra elegante.
Na mão direita, o violino negro descansava, cúmplice de tantas melodias. Ele não o carregava como instrumento, mas como extensão da alma, lembrando que ainda havia muitas melodias esperando. O arco pendia ao lado, pronto para riscar o ar com uma combinação de notas que ainda não tinham sido ouvidas, mas que já existiam dentro dele.
O monumento surgia ao longe, dourado contra o céu cinzento. Cada passo o aproximava não apenas do destino, mas de algo mais profundo — uma lembrança, uma promessa, talvez uma despedida.
Naquele instante, O Violinista era apenas uma figura na neve. Mas para quem o visse, seria impossível não imaginar que o mundo inteiro estava prestes a ser arrebatado por sua música.
P.S. Este conto é uma criação literária. É um exercício de imaginação poética, uma homenagem aqueles que abraçam a música com a alma. 𝗢 𝗩𝗶𝗼𝗹𝗶𝗻𝗶𝘀𝘁𝗮 𝗻𝗮̃𝗼 𝗲́ 𝗗𝗮𝘃𝗶𝗱 𝗚𝗮𝗿𝗿𝗲𝘁𝘁.
Imagem: definida por EntreNotas e gerada pela IA Microsoft Copilot, não é David Garrett.

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