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| 𝗢 𝗨𝗻𝗶𝘃𝗲𝗿𝘀𝗼 𝗱𝗼 𝗩𝗶𝗼𝗹𝗶𝗻𝗶𝘀𝘁𝗮 – 𝗩𝗼𝗹𝘂𝗺𝗲 𝗜𝗜 |
👉 𝗖𝗼𝗻𝘀𝗶𝗱𝗲𝗿𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼: “𝘖 𝘱𝘢𝘭𝘤𝘰 𝘦́ 𝘵𝘦𝘳𝘳𝘪𝘵𝘰́𝘳𝘪𝘰 𝘴𝘢𝘨𝘳𝘢𝘥𝘰: 𝘢𝘭𝘪, 𝘤𝘢𝘥𝘢 𝘯𝘰𝘵𝘢 𝘦́ 𝘱𝘢𝘳𝘵𝘪𝘭𝘩𝘢 𝘦 𝘤𝘢𝘥𝘢 𝘴𝘪𝘭𝘦̂𝘯𝘤𝘪𝘰, 𝘤𝘶𝘮𝘱𝘭𝘪𝘤𝘪𝘥𝘢𝘥𝘦.”
Para o Violinista, o palco era mais do que espaço físico: era território sagrado, um altar invisível onde a música se tornava rito. Cada vez que pisava nele, sentia que atravessava um limiar para um universo paralelo, onde não havia fronteiras entre som e emoção.
Ali, cada gesto era oferenda, cada nota uma partilha, cada silêncio uma cumplicidade profunda. O público não via apenas um artista: via alguém que se entregava por inteiro, que transformava vulnerabilidade em força e técnica em emoção.
O palco era também espelho: refletia suas alegrias, suas angústias, sua coragem. Sob as luzes, o Violinista não escondia nada — deixava que a música revelasse o que as palavras não podiam dizer.
E ao encerrar mais uma noite diante das luzes, com o coração ainda vibrando no compasso da plateia, dizia a si mesmo: 𝗘𝘀 𝗧𝘂 𝗡𝗼𝘁𝗮. Porque sabia que sua essência habitava o palco, seu altar, seu lar!
📎 P.S.: Esta consideração é um exercício de imaginação literária. Não é real, nem foi escrita por David Garrett. É uma homenagem poética à sua trajetória, inspirada por sua experiência, mas criada como ficção.
Imagem Jörg Kollenbroich
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