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terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

6 • O Violinista e a cidade!

👉 𝗖𝗼𝗻𝘀𝗶𝗱𝗲𝗿𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼: “𝘊𝘢𝘥𝘢 𝘳𝘶𝘢 𝘤𝘰𝘮𝘰 𝘤𝘰𝘮𝘱𝘢𝘴𝘴𝘰, 𝘤𝘢𝘥𝘢 𝘱𝘳𝘢𝘤̧𝘢 𝘤𝘰𝘮𝘰 𝘢𝘤𝘰𝘳𝘥𝘦, 𝘤𝘢𝘥𝘢 𝘭𝘶𝘻 𝘤𝘰𝘮𝘰 𝘳𝘦𝘴𝘴𝘰𝘯𝘢̂𝘯𝘤𝘪𝘢.”

As cidades eram partituras vivas para o Violinista. Cada rua, cada praça, cada luz refletida no asfalto trazia um ritmo próprio, como se o cotidiano urbano fosse uma sinfonia em andamento.

Ao caminhar, sentia que o violino traduzia o pulsar da metrópole em melodia. O arco captava o contraste entre o ruído do trânsito e o silêncio dos becos, entre a pressa dos passos e a calma dos olhares.

A cidade oferecia não apenas sons, mas histórias. O murmúrio das multidões era como um coro, os semáforos como batidas rítmicas, os prédios como colunas harmônicas. Tudo se transformava em música, como se o violino fosse capaz de decifrar o coração da metrópole.

Para o Violinista, cada concerto em uma cidade era mais do que apresentação: era diálogo. Ele tocava para os muros, para os rios, para os céus iluminados, e recebia em troca a vibração única de cada lugar.

E ao encerrar mais uma noite de observação, com a cidade ainda pulsando em sua memória, dizia a si mesmo: 𝗘𝘀 𝗧𝘂 𝗡𝗼𝘁𝗮. Porque sabia que sua essência se mesclava ao afeto coletivo que emanava de cada lugar que o acolhia!

📎 P.S.: Esta consideração é um exercício de imaginação literária. Não é real, nem foi escrita por David Garrett. É uma homenagem poética à sua trajetória, inspirada por sua experiência, mas criada como ficção.
Imagem: David Garrett FB
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