👉 𝗖𝗼𝗻𝘀𝗶𝗱𝗲𝗿𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼: “𝘔𝘪𝘴𝘵𝘶𝘳𝘢𝘳 𝘦𝘴𝘵𝘪𝘭𝘰𝘴, 𝘥𝘦𝘴𝘢𝘧𝘪𝘢𝘳 𝘵𝘳𝘢𝘥𝘪𝘤̧𝘰̃𝘦𝘴: 𝘢 𝘮𝘶́𝘴𝘪𝘤𝘢 𝘳𝘦𝘴𝘱𝘪𝘳𝘢 𝘲𝘶𝘢𝘯𝘥𝘰 𝘴𝘦 𝘭𝘪𝘣𝘦𝘳𝘵𝘢.”
Para O Violinista, a música sempre foi mais do que notas e partituras: era liberdade. Desde os primeiros acordes, descobriu que o violino podia ser uma chave capaz de abrir portas invisíveis. Cada melodia o libertava das amarras do cotidiano, transformando o palco em território sem fronteiras, onde a alma podia se expandir sem limites.
Essa liberdade se manifestava na ousadia de misturar estilos, de unir o clássico ao moderno, de desafiar tradições sem perder o respeito por elas. O Violinista sabia que a verdadeira arte não se prende a rótulos: ela respira, se reinventa e encontra novos caminhos. Ao tocar, ele não apenas seguia partituras — criava universos.
No silêncio dos ensaios, a liberdade era ainda mais intensa. Ali, sozinho com seu instrumento, podia errar, improvisar, experimentar. Não havia julgamentos, apenas a sensação de que cada nota era uma escolha pessoal, um gesto de autonomia. O violino não era uma obrigação, mas um companheiro que lhe oferecia infinitas possibilidades.
Nos palcos, essa liberdade se tornava contagiante. O público percebia que não assistia apenas a uma execução técnica, mas a uma celebração da vida. O Violinista transmitia a mensagem de que a música é um espaço onde todos podem ser livres, ainda que por alguns instantes. Era como se cada concerto fosse um convite para escapar das prisões invisíveis do mundo.
E ao encerrar mais uma apresentação, dizia a si mesmo: 𝗘𝘀 𝗧𝘂 𝗡𝗼𝘁𝗮. Porque sabia que sua essência estava na liberdade de transformar cada nota em um voo!
📎 P.S.: Esta consideração é um exercício de imaginação literária. Não é real, nem foi escrita por David Garrett. É uma homenagem poética à sua trajetória, inspirada por sua experiência, mas criada como ficção.
Imagem: davidgarrettinsta

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