Na visão técnica e artística de David Garrett, cada uma dessas marcas serve a um propósito completamente diferente em suas mãos:
* Pressenda 1838
-Timbre: É robusto, encorpado, escuro e muito focado.
-Personalidade: É um violino extremamente maleável e resistente à pressão física do arco.
-Projeção: Tem um som direto e potente, ideal para dinâmicas intensas.
-Uso ideal: Tornou-se o companheiro perfeito para repertórios românticos densos e transição de estilos.
* Stradivarius (Ex-Adolf Busch 1716)
-Timbre: É doce, refinado, sedoso e extremamente límpido.
-Personalidade: Garrett descreve que o Strad tem uma "alma própria" e exige do músico. Se você for agressivo demais, o som "fecha".
-Projeção: Flutua perfeitamente sobre a acústica de salas de concerto clássico.
-Uso ideal: David o reserva principalmente para os seus álbuns clássicos e recitais tradicionais.
Garrett explica que os violinos de Pressenda (feitos no século XIX em Turim) possuem uma construção inspirada nos modelos clássicos, mas com uma espessura de madeira que garante uma potência sonora invejável.
Fonte: compilado de entrevistas e autobiografia de DG
Imagem: frame vídeo bastidor novo album 23.626
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