Nota!

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terça-feira, 13 de janeiro de 2026

David Garrett e o Domínio Público


Você já se perguntou por que DG pode criar arranjos incríveis para músicas de Beethoven ou Paganini e transformá-las em sucessos do Rock e Pop? A resposta está no 𝗗𝗼𝗺𝗶́𝗻𝗶𝗼 𝗣𝘂́𝗯𝗹𝗶𝗰𝗼! 🎶

𝗢 𝗾𝘂𝗲 𝗶𝘀𝘀𝗼 𝘀𝗶𝗴𝗻𝗶𝗳𝗶𝗰𝗮? Grande parte dos compositores clássicos tem sua obra em domínio público. Isso significa que elas podem ser utilizadas livremente, sem o pagamento de royalties.

𝗨𝗺 𝗽𝗼𝘂𝗰𝗼 𝗱𝗲 𝗵𝗶𝘀𝘁𝗼́𝗿𝗶𝗮 📜 Embora o termo tenha surgido em meados do século XVIII, o conceito vem do antigo Direito Romano. A expressão "cair no domínio público" popularizou-se na França, no século XIX, para descrever o fim do prazo de proteção dos direitos autorais.

𝗖𝗼𝗺𝗼 𝗳𝘂𝗻𝗰𝗶𝗼𝗻𝗮 𝗻𝗮 𝗽𝗿𝗮́𝘁𝗶𝗰𝗮? O domínio público é uma condição jurídica em que a obra deixa de ser uma propriedade exclusiva do autor (ou de seus herdeiros) e passa a pertencer a todos. Do ponto de vista econômico, uma obra nessa condição é 𝗹𝗶𝘃𝗿𝗲 𝗲 𝗴𝗿𝗮𝘁𝘂𝗶𝘁𝗮.

𝗔𝘀 𝗿𝗲𝗴𝗿𝗮𝘀 𝗱𝗼 𝗷𝗼𝗴𝗼 ⚖️ Nos países que seguem a Convenção de Berna, uma obra entra em domínio público, via de regra, 𝟳𝟬 𝗮𝗻𝗼𝘀 𝗮𝗽𝗼́𝘀 𝗼 𝗳𝗮𝗹𝗲𝗰𝗶𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼 𝗱𝗼 𝗮𝘂𝘁𝗼𝗿 (contados a partir de 1º de janeiro do ano seguinte).

⚠️ 𝗔𝘁𝗲𝗻𝗰̧𝗮̃𝗼: Esse prazo vale para os direitos patrimoniais (dinheiro). Já os 𝗱𝗶𝗿𝗲𝗶𝘁𝗼𝘀 𝗺𝗼𝗿𝗮𝗶𝘀 são eternos! Isso significa que, independentemente da obra ser pública, o nome do autor original 𝗱𝗲𝘃𝗲 𝘀𝗲𝗿 𝘀𝗲𝗺𝗽𝗿𝗲 𝗰𝗶𝘁𝗮𝗱𝗼.

Além do tempo, uma obra também se torna pública se o autor não deixar herdeiros ou se ele for desconhecido.

✨ Agora que você já sabe disso, conte para nós: qual obra clássica que já está em domínio público você acha que ficou perfeita na versão "Crossover" do David? 👇

Imagem sem crédito

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segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

Vinho da Madrugada!

Imagem definida por EntreNotas e gerada pela IA Microsoft Copilot
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Lembrando!

Baú de Vídeos!

Isto é Brasil!

𝗚𝗹𝗼𝗯𝗼 𝗱𝗼 𝗢𝘂𝗿𝗼: Longa brasileiro '𝗢 𝗔𝗴𝗲𝗻𝘁𝗲 𝗦𝗲𝗰𝗿𝗲𝘁𝗼' venceu como 'Melhor Filme em Língua Estrangeira' e 𝗪𝗮𝗴𝗻𝗲𝗿 𝗠𝗼𝘂𝗿𝗮 levou a estatueta de 'Melhor Ator em Filme de Drama'.

Uau... que coordenação!

Bom Dia Violinista do Dia!

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Flash Millennium Symphony!

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Poucas mudanças desde que Beethoven recebeu 50 libras pela "Nona"!


DG lançou em 2023 sua primeira sinfonia, Concerto para Piano "One World", criada com a colaboração de John Haywood, uma bela e trabalhosa peça que não vai lhes render frutos financeiros apropriados!

Resumo do texto de Josh Spero/Financial Times

“Devem ter sido as 50 libras esterlinas mais bem gastas da história. Exatamente 200 anos atrás, a Royal Philharmonic Society britânica encomendou a “Nona Sinfonia” de Beethoven, um trabalho que inaugurou esse formato. A sinfonia vem sendo tocada desde então.

Agora, como no tempo de Beethoven, a música erudita é uma ilustração perfeita da economia dos concertos; os compositores vivem na dependência de patronos inconstantes e dos trabalhos que eles lhes encomendam. Mas a paisagem em que eles operam hoje não poderia ser mais diferente.

Embora a música clássica seja de muitas maneiras uma cena vibrante, ela geralmente ocupa as margens da cultura contemporânea, tanto que representou apenas 53 milhões do total de 1 bilhão de horas de rádio ouvidas pelos britânicos no último trimestre.

Com verbas reduzidas, as escolas estão cortando a música de seus currículos. E, enquanto Beethoven conta com 2,5 milhões de ouvintes mensais no serviço de streaming Spotify, Katy Perry tem 22 milhões.

A maneira principal de ganhar a vida nesse mundo é por meio de encomendas de obras por parte de orquestras, festivais, emissoras ou (ocasionalmente) indivíduos particulares. Com a exceção dos compositores mais famosos, entretanto, os honorários são baixíssimos.

“Uma canção pop pode levar uma tarde para ser escrita. Uma sinfonia leva vários anos e talvez só seja apresentada uma única vez. A remuneração paga por esse trabalho não deveria ser igual”, nem substimada! argumenta Sally Cavender, da editora Faber Music.

Fonte: Financial Times
Imagem: Tamari Tamo/Lançamento “One World” 2023

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domingo, 11 de janeiro de 2026

Uma entrevista com o compositor, arranjador e produtor Franck van der Heijden


Esta entrevista foi realizada em março de 2010 para a Metro Friends , uma publicação da Friends of the Metropole Orchestra Foundation. Entretanto, ainda é excelente e mostra um profissional da música que a maioria não conhece profundamente.

"Meu sonho é compor mais música para cinema, mas apenas em situações onde a música não seja o item final do orçamento." (FH)

Siga o link, use seu tradutor e leia, é muito boa.